
O grupo Amigos Para Sempre, representado pelo major Jaildo, anunciou que realizará, nos próximos dias, a distribuição de Cestas de Natal destinadas a pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social que não são atendidas pelos programas do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).
A iniciativa surge em um contexto no qual diversas pessoas relatam ter sido desligadas de benefícios assistenciais no período pós-pandemia, muitas vezes sem explicações claras sobre os motivos dos cortes. Com isso, um número significativo de famílias passou a enfrentar dificuldades sem o suporte da rede oficial de assistência social.
O objetivo da ação é garantir que essas famílias, que ficaram fora dos programas sociais, possam ter acesso a itens tradicionais do período natalino, contribuindo para minimizar os impactos da insegurança alimentar enfrentada por parte da população.
De acordo com os organizadores, a ação está sendo realizada com recursos próprios, sem utilização de verbas públicas, reforçando o caráter independente da iniciativa. O objetivo é garantir que famílias que ficaram fora dos programas sociais tenham acesso a itens tradicionais do período natalino.
Durante a compra de parte dos itens que irão compor as Cestas de Natal, o major Jaildo se encontrou com Vilma e Robinho, pais da Maria Alice, que ganhou destaque na Folhinha do Ano de 2026. O encontro foi marcado por momentos de cordialidade e simbolismo, em meio aos preparativos da ação.
Segundo o major Jaildo, a mobilização reflete o compromisso do grupo em atender famílias que se encontram fora do alcance da assistência social formal. Ele destaca que iniciativas comunitárias acabam suprindo lacunas deixadas pela ausência de políticas públicas efetivas para determinados grupos.
As informações sobre como se inscrever, critérios de participação e locais de entrega ainda serão divulgadas oficialmente. O grupo Amigos Para Sempre informou que, em breve, tornará público o formato de cadastramento para as famílias interessadas.
A iniciativa reforça a importância da organização comunitária como complemento às políticas públicas, especialmente em períodos sensíveis como o Natal, quando a demanda por apoio social tende a aumentar.