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Ministério da Saúde anuncia Rede D’Or no Agora Tem Especialistas

Em 2025, o total de investimento em atendimentos adicionais ao SUS é de mais de R$ 150 milhões

Redação
Por: Redação Fonte: Agência Brasil
22/12/2025 às 22h32 Atualizada em 22/12/2025 às 22h35
Ministério da Saúde anuncia Rede D’Or no Agora Tem Especialistas
© João Risi / MS

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (22) a adesão da Rede D’Or ao programa Agora Tem Especialistas, iniciativa do governo federal para ampliar o acesso da população a consultas, exames e cirurgias especializadas. Os hospitais Glória D’Or, no Rio de Janeiro, e Niterói D’Or, foram incluídos no programa para o reforço à rede pública.

Essas duas unidades devem realizar cerca de 100 cirurgias cardiológicas por ano para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) no valor de R$ 3,6 milhões. Com a adesão, o total de hospitais privados e filantrópicos participantes do programa chega a 28.

Em 2025, o total de investimento em atendimentos adicionais ao SUS é de mais de R$ 150 milhões. Para o início de 2026, a expectativa do Ministério da Saúde é ampliar esse valor para R$ 200 milhões por ano.

Como contrapartida, os hospitais participantes recebem créditos financeiros que podem ser utilizados para quitar tributos federais vencidos ou a vencer. No caso da Rede D’Or, R$ 300 mil mensais serão destinados à realização de cirurgias de revascularização do miocárdio, procedimento fundamental para prevenir infartos e salvar vidas.

“Isso garante maior velocidade no atendimento para essa cirurgia tão complexa. Com esse contrato, a gente garante equipes especializadas, equipamentos e todos os insumos para que brasileiros e brasileiras recebam esse atendimento sem precisar esperar meses pelo procedimento”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

As primeiras cirurgias realizadas pela Rede D’Or no âmbito do programa estão previstas para janeiro de 2026. O encaminhamento dos pacientes será feito pelas secretarias municipais de saúde do Rio de Janeiro e de Niterói, com base nos critérios definidos pelas centrais locais de regulação.

Com a ampliação da participação do setor privado, o Ministério da Saúde busca reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados em sete áreas prioritárias: oncologia, cardiologia, ortopedia, ginecologia, otorrinolaringologia, oftalmologia e nefrologia.

“Com esses contratos, aproveitamos os profissionais, os equipamentos e os insumos que estão nesses hospitais. Isso faz uma diferença enorme para quem está aguardando há tanto tempo uma cirurgia ou um exame especializado no SUS”, disse o ministro.

Além da ampliação dos atendimentos, o Ministério da Saúde firmou uma carta de intenção com o Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa para cooperação em áreas como neurociências, oncologia, terapias avançadas e pesquisa clínica. No Rio de Janeiro, Padilha assinou ainda um acordo com a Sociedade Brasileira de Anestesiologia para mapear a necessidade de profissionais e ampliar a formação de anestesiologistas no país.

“Um dos grandes desafios para a saúde do país, para ampliar o número de cirurgias eletivas, é ter cada vez mais anestesiologistas bem formados, qualificados e distribuídos pelo Brasil. Hoje, esse acordo histórico enfrenta diretamente o problema: vamos juntos qualificar 300 anestesiologistas e mapear os serviços em todo o país”, disse o ministro.

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