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Bahia confirma dois casos de Mpox; pacientes devem ficar em isolamento

Casos foram registrados em Vitória da Conquista e Salvador; Sesab informa que não há relação com o Carnaval e que outros seguem sob análise.

Ramon Santos (DRT-6448/BA)
Por: Ramon Santos (DRT-6448/BA)
20/02/2026 às 11h59
Bahia confirma dois casos de Mpox; pacientes devem ficar em isolamento
Profissional de saúde analisa amostras de mpox em laboratório; OMS reconheceu nova cepa recombinante do vírus, mas manteve risco baixo para a população em geral. - (Foto: Imagem Ilustrativa/A Critica)

A Bahia registrou dois casos confirmados de Mpox entre janeiro e esta quinta-feira (19), conforme dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). De acordo com o órgão, nenhum dos registros tem relação com o período do Carnaval.

Um dos casos foi identificado em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. A paciente é uma mulher que não reside no município, mas deu entrada no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). Segundo a prefeitura, ela está em isolamento e apresenta boa resposta ao tratamento.

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O outro paciente teve a doença confirmada após atendimento em uma unidade de saúde de Salvador. Ele é natural de Osasco.

Além dos dois casos confirmados, a Sesab informou que outros dois seguem em análise e três já foram descartados após a realização de exames laboratoriais.

O que é Mpox

A Mpox é uma doença viral causada por um vírus da mesma família da antiga varíola. A transmissão ocorre, principalmente, por meio do contato direto com a pele de uma pessoa infectada, especialmente quando há lesões.

Também é possível contrair a doença pelo contato com secreções respiratórias ou pelo compartilhamento de objetos pessoais contaminados, como toalhas e roupas.

Entre os principais sintomas estão:

  • febre;

  • dores de cabeça e musculares;

  • sensação de fraqueza;

  • inchaço nos nódulos linfáticos;

  • lesões na pele que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo, atingindo principalmente mãos e pés.

O tratamento é voltado para o alívio dos sintomas e prevenção de complicações, já que, até o momento, não há medicamento específico aprovado para a doença.

A recomendação é que a pessoa infectada permaneça em isolamento até a cicatrização completa das lesões, processo que pode levar de duas a quatro semanas.

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